23 Dezembro, 2009

Caso do menino Sean

O amor é lindo
Era uma vez um modelo e uma estudante de moda (hahaha, isso vai dar samba!). Eles se conheceram em Milão, logo em seguida, mudaram-se para os EUA. Alguns anos depois se casaram e tiveram um lindo menino americano chamado Sean Goldman. Isso ocorreu há 9 anos atrás.

A mentira
Por quatro anos, o menino viveu nos EUA com sua família. Certo dia, sua mãe embarcou com o filho no aeroporto para fazer uma curta temporada de férias no Brasil. Nunca mais voltaram para os EUA. Do Brasil, ela liga dizendo que o casamento acabou e que o pai só poderia ver o filho se desse para ela a guarda definitiva da criança. Na minha terra ela seria chamada de "vigarista" para baixo.

A justiça brasileira: o dinheiro comanda o batatal !
A mãe de Sean se casa novamente com João Paulo Lins e Silva, do clã Lins e Silva (eu jurava que ele era um McLoud). Uma família cheia de advogados, com muito dinheiro para agilizar a nossa lenta justiça. Ela fica grávida mas morre no parto. Seis dias após a morte da mãe, o "adevogado" pede a guarda do menino. A JUSTIÇA ATENDE O PEDIDO NO MESMO DIA (muita, mas muita grana pra conseguir isso). O pai biológico chega no Brasil, certo que vai levar seu filho de volta, e é apresentado a justiça brasileira (welcome to hell!).

A convenção de Haia
A convenção de Haia fala sobre sequestro do filho por um dos pais. Ela define que a criança seja devolvida ao país de origem imediatamente. Mas "imediatamente" é uma coisa que a justiça brasileira não sabe o que é, a não ser que haja amizade entre quem pede e quem manda (eu concordo que amizade é tudo nesta vida). Eu estava ouvindo a BandNews e soube que esse caso gerou um incidente diplomático Brasil x EUA, eu não sabia do caso completo, achei que os americanos estavam usando o poder deles para forçar uma decisão favorável. Pensei logo: - que americanos ridículos! Mas quem estava de sacanagem era a justiça brasileira. Era um sequestro internacional! O pai tentou ganhar na lenta justiça brasileira, mas a demora foi tanta e o número de recursos foi tamanho que ele entrou também na justiça americana. Ganhou lá, mas não levou pois o garoto estava no Brasil. Descobri também que o problema é muito maior que o que parece. Atualmente existem 66 crianças americanas sequestradas no Brasil violando a convenção de Haia.

É tão difícil assim para a justiça brasileira dar a guarda da criança para o pai biológico, já que a mãe morreu?  Não existe nenhum mecanismo que trave o número de liminares, habeas corpus, processos e outros nomes bonitos que apenas dão empregos a advogados, juízes, promotores, desembargadores e outras entidades togadas? Eu vejo a justiça brasileira como um vespeiro que foi feito para quem possui dinheiro suficiente para comprar as sentenças.

O caso só foi favorável ao pai americano porque os EUA disseram que iam retaliar acabando com o programa de isenção tarifária as exportações brasileiras. A força da política destruiu a espada da justiça. Se não fosse por isso, tenho certeza absoluta que o garoto tinha ficado no Brasil. #BRAZIU

Você é a favor ou contra o garoto voltar com o pai para os EUA ?

24 Novembro, 2009

Darth Vader after dentist...



Chad After Dentist

13 Novembro, 2009

Professor nota 10

Se metade dos professores fizesse isso, a educação no Brasil estaria salva !



08 Novembro, 2009

E eu coço o meu bigode vendo o BigPicture

O Boston.com tem uma coluna chamada BigPicture onde publica uma série de fotos em alta resolução sobre diversos temas.
Gostei muito da série onde eles exibiram as fotos da superfícies de Marte, que o JPL (Laboratório de Propulsão a Jato) da Nasa divulgou. Abaixo segue algumas fotos de Pushkar Mela, uma feira anual de camelos que ocorre na Índia. Pode ser observado nas fotos o incrível grau de pobreza e a falta de higiene dos indianos (repare na foto do cachorro). É preciso ter mais de um deus (Shiva, Brahma, Vishnu e tantos outros) para ajudar este povo indiano sofrido.


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Entre o Deus católico romano e Shiva, Renato escolhe Shiva.
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E aí eu coço o meu bigode



Alunas importadas para estudar na Uniban

Efeito manada e a aluna de saia curta da Uniban



O Fantástico está especialista em exibir uma semana depois o que vira onda no twitter na semana passada.
Nostalgia feelings para a Globo e para a cabeçada que tem depressão nas noites de domingo vendo as gororobas do Fantástico esperando a próxima segunda-feira.

Hoje saiu notícia no G1 e em vários outros jornais que a aluna coxuda de saia curta foi expulsa da Uniban. Talvez por ela desrespeitar as normas de vestimenta da faculdade, talvez pela Uniban não querer mais os holofotes da mídia direcionados negativamente para ela. A Uniban esqueceu que expulsando ela estaria religando os apagados holofotes por mais uma semana e gerando uma nova onda de discussões que já deveriam ter acabado, pois estamos no Brasil e nada dura muito tempo na mídia (o povo gosta de tragédias novas).

Na minha faculdade nunca aconteceu de os alunos xingarem as mulheres (não lembro direito, melhor não afirmar...), até porque não existiam muitas mulheres na Engenharia UERJ pra serem xingadas. O que as pessoas não entendem é o "efeito manada" que acontece quando existe uma aglomeração de pessoas (entenda efeito manada como você quiser). Quando o primeiro engraçadinho gritou "P*TA", geral foi no embalo e saiu gritando junto. O cara que não grita se sente diferente da massa e começa a gritar junto simplesmente porque a massa está gritando. Ele se sente rejeitado por ser diferente e se adequa ao meio. A impulsividade toma conta da pessoa e ela faz as coisas sem pensar, apenas segue a manada. Se você parar para pensar isso já aconteceu em outras situações onde as massas estão envolvidas.

Quando há uma queda acentuada na Bovespa, com certeza o efeito manada está lá para poder direcionar a multidão e acentuando ainda mais a queda. Quando os caras pintadas saíram em passeatas pelas ruas para tirar o Collor do poder, você acha que 100% da molecada estava consciente do que estava fazendo? Existia uma liderança que tocava a boiada para isso acontecer. Quando os trens da Supervia deram panes sucessivas um mês atrás e houve quebra quebra, todos que estavam ali na estação de trem são pessoas que gostam de quebrar trens? Não, é o efeito manada atuando novamente. Pesquisando um pouco no estadão, você consegue ver que alguns médicos pensam da mesma forma que eu...

Schließlich stimmt auch Hitler mit mir (para finalizar, até o Hitler concorda comigo):